LOGOMARCA DO ATELIER DE ARTE E RESTAURAÇÃO

LOGOMARCA DO ATELIER DE ARTE E RESTAURAÇÃO

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

sábado, 15 de setembro de 2012

30ª Bienal de São Paulo busca 'beleza e inteligência em tempo de incerteza'

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/09/30-bienal-de-sao-paulo-busca-beleza-e-inteligencia-em-tempo-de-incerteza.html

F COMME FEMME ADAMO TRADUÇÃO

Fantasmas nos templos

Fantasmas nos templos Angela Leite Xavier angelaxbr@yahoo.com.br Uma lenda diz que, debaixo da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, existe muito ouro. Dizem até existir um túnel debaixo dela que vai dar no Morro da Queimada. Por ele, os escravos de Paschoal da Silva Guimarães teriam tentado salvar o ouro de seu senhor quando o morro foi queimado por ordem do Conde de Assumar. Muitos escravos teriam morrido lá embaixo em conseqüência dos desabamentos. Por isso, até hoje, ouvem-se suspiros profundos das almas penadas daqueles mortos. Na verdade existe uma boca de mina debaixo da igreja. Ela foi descoberta por ocasião da restauração da igreja. Os homens desceram pelo porão, batendo o rosto nas muitas teias de aranha e afundando os pés na camada fofa de pó que cobria o chão. Deram com a boca da mina mas, em condições muito precárias, o que impediu o acesso ao seu interior. Uma vez, tarde da noite, um cônego foi chamado para dar assistência a um doente muito mal em seu leito. O religioso foi até a Igreja do Pilar buscar o viático para ministrá-lo ao enfermo. Dentro da igreja estava um seu irmão de ordem, desconhecido, ajoelhado, rezando. Como as portas estavam trancadas, o vigário não entendeu como o desconhecido havia entrado lá e perguntou a ele. Surpreso, ouviu-o dizer que morava ali mesmo. Em seguida, desapareceu, deixando o cônego de boca aberta Mas não é só a Matriz do Pilar a encerrar um caso assombroso. Outros templos também têm suas histórias. Antigamente havia uma fábrica de pigmentos naturais perto da Capela da Piedade. Toda aquela região é rica em pigmentos de vários tons, muito usados, antigamente, nas pinturas artísticas e de casas. Havia um senhor que era fiscal daquela fábrica e ia lá todos os dias fazer o seu trabalho. O local era deserto, não havia nenhuma casa nas redondezas, apenas a capela e o galpão das tintas. Uma tarde quente de sol, estava ele dirigindo-se à fábrica, como sempre fazia. Quando passou próximo ao adro da capela, avistou um padre aproximando, com aquela batina preta cheia de botões, chapéu preto, vindo dos lados do Padre Faria. O padre caminhava rapidamente, de cabeça baixa, em direção à porta da capela. O fiscal da fábrica tentou se aproximar para conversar com o padre. Então aconteceu o inesperado. O padre desapareceu bem na porta da capela. O pobre homem ficou atônito. Esse fato voltou a acontecer muitas outras vezes, presenciado pelo mesmo fiscal. O padre, andando apressado e desaparecendo na porta da capela de Nossa Senhora da Piedade. Muitas igrejas em Ouro Preto têm mistérios ainda não desvendados. Na Igreja do Rosário, podem-se ouvir, à noite, tambores e cantos maravilhosos. Ao ouvir esse som, muita gente, vencendo o medo, costuma encostar a cabeça nas paredes de pedra e ficar assim por muito tempo, apreciando a beleza daquela música misteriosa. Também na Igreja de São Francisco de Assis, muitos já ouviram gemidos e arrastar de correntes, em plena madrugada. Também foi visto no interior do templo, um irmão com hábito preto, rezando o breviário. Dentro da Igreja do Carmo, ouve-se um arrastar de chinelos. Dizem que é Maria Chinelaque assombrando. Ela era uma preta velha que limpava a igreja e estava sempre arrastando seus chinelos pelas ruas de Vila Rica. No interior da Igreja de Santa Efigênia, ao meio-dia, estando a mesma fechada, ouviu-se conversa de negros Mina, com seu sotaque característico. As vozes vinham da capela- mor. Muitas vezes, à noite, velas acesas foram vistas sobre as campas do cemitério da Capela de Nossa Senhora das Dores. A Igreja de São Francisco de Paula, muito antes de possuir iluminação elétrica, foi vista toda iluminada, brilhando na noite escura. Um passado rico em história tem seus vestígios materiais ou fantasmagóricos como tantas vezes ouvi contar. Acredita quem quer e, com certeza, quem viu e ouviu algo sobrenatural nos templos de Ouro Preto. (Texto adaptado de “Tesouros, fantasmas e lendas de Ouro Preto”, de Angela Leite Xavier)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

CAPELINHA CRUZ DAS ALMAS-OURO PRETO-mg

Capelinha da Cruz das Almas Pertencente à Freguesia do Pilar, está situada no final da rua Henrique Adeodato, antiga ladeira da Cruz das Almas ou do Hospício. Foi tombada dentro do acervo da cidade, em 20 de abril de 1938, pelo SPHAN. Construída no final do século XIX, como nos atestava a data que se achava inscrita em sua fachada: 1888. Contudo, em 1980, uma batida de carro provocou o desaparecimento dessa data. É possível que nesse local existisse uma capelinha anterior, caso em que a atual seria uma reconstru- ção. Esta capelinha, com estrutura de madeira e alvenaria mista, possui óculo recortado em ângulos retos. Apresenta um único compartimento, no qual existe um altar onde está colocada uma cruz. É a menor de todas as capelinhas de Ouro Preto.

sábado, 8 de setembro de 2012

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

MUSEU DO IPIRANGA

http://www.ipiranganews.inf.br/anterior4/suplementos/ipiranga_2003/supl
e011.htm

Festa da Purificação Santo Amaro 2012

As festas de Nossa Senhora da Purificação acontecem todos os anos de janeiro a fevereiro e têm o ponto alto na lavagem das escadarias da Igreja Matriz, no dia 31 de janeiro. Esta conta com a participação de mais de 400 baianas e é organizada por Dona Canô, mãe dos famosos cantores Caetano e Bethânia. O público se encontra no Campo Grande, antes do início dos shows, para descer em cortejo até o local do evento onde ocorre a lavagem das escadarias. Depois da lavagem acontecem shows musicais na Praça de Matriz com uma programação de peso com atrações nacionais e bandas locais e diversos grupos culturais de maculelê, capoeira e samba de roda, entre outros. O evento, em 2012, faz homenagem ao Tropicalismo e oferece três palcos: o Tropicália, o Alegria Alegria e o Proibido Proibir. fonte: guia cuca

OBJETOS TOMBADOS DO SEC. XVIII SÃO ROUBADOS DE A IGREJA MATRIZ N.S. DO ROSÁRIO- CACHOEIRA-BA

28 DE AGOSTO DE 2012 Fonte: O Paraguaçú.
Objetos usados durante cerimônias religiosas, entre eles uma coroa de ouro com brilhantes, foram roubados da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, em Cachoeira, cidade localizada no Recôncavo Baiano. De acordo com o delegado André Oliveira Alves, titular da Delegacia de Cachoeira, os itens levados são do século 18. Foram roubados ainda um resplendor de metal, duas nevetas de prata, um caldeirão de água benta, um cálice, uma bacia e um gominho, todos de prata. O município, a igreja e o material levado são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Segundo informações do delegado, a ocorrência de arrombamento do cofre foi registrada na unidade policial por um padre da igreja no dia 21 de agosto. “Inicialmente, o padre registrou a ocorrência e disse que nada havia sido roubado. A igreja ficou fechada para reforma por dois anos. No dia 23 de agosto, o padre foi realizar uma cerimônia e sentiu falta dos objetos”, disse. Alves afirma que após a constatação do roubo por parte da administração da igreja, foi feito o aditamento da ocorrência para incluir as informações novas. Ainda segundo o delegado de Cachoeira, todos os objetos levados pelos suspeitos foram retirados do cofre da igreja, que foi arrombado.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

RESSuRREição de LÃZARO

Relíquia do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo. “A Ressurreição de Lázaro”, de Anita Malfatti (1896-1964), óleo sobre tela, 1928, São Paulo.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

IGREJA DE SÃO JORGE- ILHÉus-BA

A igreja Matriz de São Jorge é uma construção do final do século XVII, segundo o IPAC. É uma Igreja de relevante interesse histórico e arquitetônico, com nave, capela-mor, corredor e lateral, sacristia e torre, do lado esquerdo. A fachada tem dois corpos, sendo o principal, emoldurado por cunhais e cornija, e vazado por bela portada, ladeada por duas portas, no térreo, e duas janelas ao nível do coro. A torre possui terminação piramidal e coruchéus nos cantos e arco pleno. Os cunhais, as cornijas e as cercaduras de portas, as janelas e as seteiras são em cantaria. No interior possui arco cruzeiro, nichos e bacia de púlpito também em arenito. O forro dos cantos é redondo, na nave, e em abóbada abatida, na capela-mor. O altar-mor, neoclássico, está incompleto. Entre as imagens da igreja, destacam-se as de São Jorge, um crucifixo, Nossa Senhora do Rosário e São Pedro. Na sacristia e no corredor lateral, utilizado como Museu de Arte Sacra, existem algumas peças de mobiliário; merece destaque a cabeça de santa, São Miguel, Nossa Senhora das Neves (séc. XVI), Santo Antonio, Santo Inácio e São Caetano (séc. XVII), e alfaias de prata. Dados tipológicos: Igreja de construção apurada, originária do final do séc. XVII. São típicas deste período as cercaduras com ressaltos nos cantos e a torre piramidal, utilizada pela primeira vez no Convento de Cairu (1660). Cercaduras semelhantes são encontradas em Sta. Tereza, Casa de Oração dos Jesuítas, solares Berquó e Sete Mortes, em Salvador, e na Igreja de São Brás, em Santo Amaro. Outra disposição arcaica está nos dois nichos laterais ao arco cruzeiro, observado também, no Colégio de Olinda, e igrejas de Ajuda e Belém, em Cachoeira. Este elemento e o apuro da construção sugerem a intervenção de algum arquiteto jesuíta. Histórico arquitetônico, segundo o IPAC (1988, p. 224): Após a chegada dos primeiros portugueses e a fundação da vila de São Jorge, Francisco Romero fixou a povoação no morro de São Sebastião. Em 1556 foi criada a Freguesia de São Jorge por Dom Pero Fernandes Sardinha e uma primeira igreja teve sua construção iniciada pelos primeiros moradores da capitania, mas só foi concluída em 1572. A matriz de São Jorge foi construída após o convento de Cairu, que data de 1660. No início do século XX, para alargamento de uma rua, foi demolida a sacristia direita da igreja. Seu partido primitivo era, portanto, a planta em “T”, característica do mesmo século. A Igreja Matriz de São Jorge pode ser considerada o mais importante monumento histórico localizado na sede do município. O Museu de Arte Sacra, localizado ao lado da igreja, possui peças belíssimas, antigas e raras.
CRÉDITOS DE A história de São Jorge dos Ilhéus – Maria Luiza Heine

terça-feira, 14 de agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

peso da Régua- Vila real - Portugal

uma homenagem para o meu  visitante mais assiduo(a) do meu blog.                   A visita a esta freguesia vale pela paisagem dominada pela vinha. Mesmo assim, existe a Igreja Matriz erguida em homenagem à padroeira, Nossa Senhora das Neves, a Capela Quinta da Ponte, a Casa Grande e a Casa da Carranca para apreciar.                                        http://clubevinhosportugueses.wordpress.com/2009/08/25/cidade-de-peso-da-regua-e-vilarinho-dos-freires/

IIMPRESSIONISTAS NO CCBB DE SAO PAULO

E OS IMPRESSIONISTAS CHEGARAM NO CCBB DE SÃO PAULO                http://msn.lilianpacce.com.br/e-mais/ccbb-exposicao-impressionsmo/

domingo, 1 de julho de 2012

10ª FEIRA LITERÁRIA DE PARATY-RJ- flip

Carlos Drummond de Andrade Moderno e eterno Miguel Conde O escritor homenageado da décima Flip, Carlos Drummond de Andrade, começa um de seus poemas de um jeito que pode parecer pretensioso: "E como ficou chato ser moderno. / Agora serei eterno". Os versos, que de início soam como uma bravata, assumem outro sentido quando pensamos no contexto em que Drummond desenvolveu sua obra literária. Embora hoje seja considerado um clássico, por muito tempo Drummond recebeu críticas duras de pessoas para as quais o que ele escrevia não merecia nem mesmo ser chamado de poesia. "Ser moderno", na época, significava explorar novas formas de criação artística, que para esses críticos seriam esquecidas com o tempo, pois não tinham o valor das obras antigas. Nos versos acima, publicados quando ele já se tornara um autor consagrado (para muitos, o maior poeta brasileiro de todos os tempos), Drummond faz uma referência bem-humorada a essas discussões, que marcaram o rumo da literatura brasileira no século XX. Se hoje tendemos a pensar em Drummond como um artista "eterno", ou pelo menos como um escritor que merece continuar sendo lido e relido, isso significa que de alguma forma ele se tornou menos "moderno"? As experiências que pareciam tão novas décadas atrás (e até escandalosas para os críticos mais conservadores) perderam sua capacidade de nos surpreender? Um dos traços marcantes da obra de Drummond é que ela desde cedo soube combinar as invenções modernistas com um grande domínio da forma poética e uma visão aguda dos dilemas humanos. Ou seja, desde seu primeiro livro, Alguma poesia, Drummond demonstrou que a escolha entre ser moderno e ser eterno era um falso dilema. E hoje, quando o chamamos de "clássico", isso não quer dizer que ele tenha deixado de ser um autor desafiador. Muitos dos poemas de Drummond botam em questão as características que ainda hoje diversas pessoas consideram definidoras do que é uma boa poesia. · MESAS LITERÁRIAS VINCULADAS À HOMENAGEM · EXPOSIÇÃO ESPECIAL CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

10ª FLIP em Paraty-rJ

v

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O Museu de Arte Sacra de Ouro Preto

Museu de Arte Sacra Museu de Arte Sacra Foto: Alexandre C.Mota O Museu de Arte Sacra está localizado no subsolo da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto (MG). Foi fundado em 1965, pelo pároco José Feliciano da Costa Simões. Em sua primeira fase, que durou até o ano 2000, era chamado de Museu da Prata e do Ouro e seguia uma organização de museologia arcaica, determinada pelo Vaticano, apenas para estudos e com poucas explicações sobre os objetos no tempo e no espaço. Em 2000, o museu foi reorganizado pelo padre Simões e passou a se chamar Museu de Arte Sacra de Ouro Preto. Possui um acervo de cerca de 400 peças, produzidas entre os séculos 17 e 19 e que recontam a história da cidade. Ocupa o corredor do lado do evangelho, a sacristia e um pequeno porão embaixo da sacristia. No corredor anexo ao consistório (local onde os religiosos se reúnem), está o arquivo da matriz, considerado o mais completo de memória religiosa de Ouro Preto. Em exposição, estão raridades como imagens santas, documentos, vestimentas de moradores da cidade e móveis. Como destaque, esculturas de Cristo em madeira, imagens do Anjo Tocheiro e os santos de roca (imagem recorrente em igrejas mineiras que apresenta apenas cabeça, mãos e pés esculpidos, presos a uma estrutura de madeira coberta pelo traje do santo). Outra peça de grande interesse e valor histórico é a imagem de Nossa Senhora das Mercês, do arquiteto e escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, datada do século 18. A imagem, uma das primeiras obras do artista, ficou desaparecida por décadas e foi recuperada em 1994, em um antiquário de São Paulo. O acervo do museu está dividido em seis salas temáticas. Sala imaginária - Contém cerca de 40 imagens sacras. A classificação e a ordenação dessas imagens obedecem ao estilo a que pertencem, à data em que foram feitas e à técnica usada pelo artista. Sala da Sacristia - Espaço sagrado com mobiliário original do século 18 e pintura com temas marianos, relativos à iconografia de Nossa Senhora. Sala da prataria - Esta sala contém oito vitrines temáticas: Iconografia da simbologia religiosaObjetos litúrgicosObras de AleijadinhoCulto a Nossa Senhora do PilarIrmandades religiosas (objetos do início da colonização)Quaresma e Semana SantaTriunfo Eucarístico (roupas usadas pelos padres na inauguração da paróquia)A prata em Minas Gerais (objetos do ciclo do ouro) Sala da cripta - Expõe exéquias (honras fúnebres) de dom João 5º em Ouro Preto. Sala de pintura - Quadros sobre a evolução religiosa, com obras de Manuel da Costa Athaíde e de outros artistas dos séculos 17, 18 e 19. Sala do altar - Uma montagem de um altar exatamente do jeito como é usado na liturgia católica. Fontes: Museu de Arte Sacra de Ouro Preto; Plano de Conservação, Valorização e Desenvolvimento de Ouro Preto e Mariana - Dossier de Restauração OP/113 (Fundação João Pinheiro, Iepha-MG, Iphan, PMOP e PMM, 1973-1975) e Glossário de Arquitetura e Ornamentação (Coleção Mineiriana, 1996, Fundação João Pinheiro)

Procissão de Corpus Christi em Ouro Preto-Mg

"Corpus Christi", em latim, significa "corpo de Cristo". Trata-se de uma festa católica que celebra o milagre da transubstanciação. Para o catolicismo, Cristo se transforma no pão (a hóstia), que se torna seu corpo, assim como o vinho se converte em seu sangue. A festa era uma das mais pomposas procissões católicas em Portugal e foi trazida para o Brasil pelos colonizadores, no século 16. Uma das festas mais tradicionais do país é a festa de Corpus Christi. Esse é o único dia do ano em que a hóstia é reverenciada fora da igreja. Por todo o Brasil, fiéis e religiosos enfeitam as cidades com tapetes coloridos e fazem procissões. Serragem colorida, café e sal grosso dão contorno aos símbolos da fé cristã, como o cálice e a eucaristia.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

COMPLEXO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO- EMBÚ DAS ARTES-SP

Complexo Nossa Senhora do Rosário – Tombada pelo patrimônio histórico, a igreja Nossa Senhora do Rosário foi construída em taipa de pilão por volta de 1700 pelo padre Belchior de Pontes. É uma das mais importantes e preservadas construções jesuítas em São Paulo. O complexo é formado também pelo Museu de Arte Sacra. O acervo reúne imagens de anjos, santos e personagens bíblicos, produzidas entre os séculos XVII e XIX. O principal destaque é a obra “Senhor Morto”, esculpida em tamanho real em um única tora de madeira. EM eMBÚ DAS aRTES-sp Fotos: Miguel Schincarol/Agência Perspectiva