LOGOMARCA DO ATELIER DE ARTE E RESTAURAÇÃO

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domingo, 5 de agosto de 2012

peso da Régua- Vila real - Portugal

uma homenagem para o meu  visitante mais assiduo(a) do meu blog.                   A visita a esta freguesia vale pela paisagem dominada pela vinha. Mesmo assim, existe a Igreja Matriz erguida em homenagem à padroeira, Nossa Senhora das Neves, a Capela Quinta da Ponte, a Casa Grande e a Casa da Carranca para apreciar.                                        http://clubevinhosportugueses.wordpress.com/2009/08/25/cidade-de-peso-da-regua-e-vilarinho-dos-freires/

IIMPRESSIONISTAS NO CCBB DE SAO PAULO

E OS IMPRESSIONISTAS CHEGARAM NO CCBB DE SÃO PAULO                http://msn.lilianpacce.com.br/e-mais/ccbb-exposicao-impressionsmo/

domingo, 1 de julho de 2012

10ª FEIRA LITERÁRIA DE PARATY-RJ- flip

Carlos Drummond de Andrade Moderno e eterno Miguel Conde O escritor homenageado da décima Flip, Carlos Drummond de Andrade, começa um de seus poemas de um jeito que pode parecer pretensioso: "E como ficou chato ser moderno. / Agora serei eterno". Os versos, que de início soam como uma bravata, assumem outro sentido quando pensamos no contexto em que Drummond desenvolveu sua obra literária. Embora hoje seja considerado um clássico, por muito tempo Drummond recebeu críticas duras de pessoas para as quais o que ele escrevia não merecia nem mesmo ser chamado de poesia. "Ser moderno", na época, significava explorar novas formas de criação artística, que para esses críticos seriam esquecidas com o tempo, pois não tinham o valor das obras antigas. Nos versos acima, publicados quando ele já se tornara um autor consagrado (para muitos, o maior poeta brasileiro de todos os tempos), Drummond faz uma referência bem-humorada a essas discussões, que marcaram o rumo da literatura brasileira no século XX. Se hoje tendemos a pensar em Drummond como um artista "eterno", ou pelo menos como um escritor que merece continuar sendo lido e relido, isso significa que de alguma forma ele se tornou menos "moderno"? As experiências que pareciam tão novas décadas atrás (e até escandalosas para os críticos mais conservadores) perderam sua capacidade de nos surpreender? Um dos traços marcantes da obra de Drummond é que ela desde cedo soube combinar as invenções modernistas com um grande domínio da forma poética e uma visão aguda dos dilemas humanos. Ou seja, desde seu primeiro livro, Alguma poesia, Drummond demonstrou que a escolha entre ser moderno e ser eterno era um falso dilema. E hoje, quando o chamamos de "clássico", isso não quer dizer que ele tenha deixado de ser um autor desafiador. Muitos dos poemas de Drummond botam em questão as características que ainda hoje diversas pessoas consideram definidoras do que é uma boa poesia. · MESAS LITERÁRIAS VINCULADAS À HOMENAGEM · EXPOSIÇÃO ESPECIAL CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

10ª FLIP em Paraty-rJ

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

O Museu de Arte Sacra de Ouro Preto

Museu de Arte Sacra Museu de Arte Sacra Foto: Alexandre C.Mota O Museu de Arte Sacra está localizado no subsolo da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto (MG). Foi fundado em 1965, pelo pároco José Feliciano da Costa Simões. Em sua primeira fase, que durou até o ano 2000, era chamado de Museu da Prata e do Ouro e seguia uma organização de museologia arcaica, determinada pelo Vaticano, apenas para estudos e com poucas explicações sobre os objetos no tempo e no espaço. Em 2000, o museu foi reorganizado pelo padre Simões e passou a se chamar Museu de Arte Sacra de Ouro Preto. Possui um acervo de cerca de 400 peças, produzidas entre os séculos 17 e 19 e que recontam a história da cidade. Ocupa o corredor do lado do evangelho, a sacristia e um pequeno porão embaixo da sacristia. No corredor anexo ao consistório (local onde os religiosos se reúnem), está o arquivo da matriz, considerado o mais completo de memória religiosa de Ouro Preto. Em exposição, estão raridades como imagens santas, documentos, vestimentas de moradores da cidade e móveis. Como destaque, esculturas de Cristo em madeira, imagens do Anjo Tocheiro e os santos de roca (imagem recorrente em igrejas mineiras que apresenta apenas cabeça, mãos e pés esculpidos, presos a uma estrutura de madeira coberta pelo traje do santo). Outra peça de grande interesse e valor histórico é a imagem de Nossa Senhora das Mercês, do arquiteto e escultor Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, datada do século 18. A imagem, uma das primeiras obras do artista, ficou desaparecida por décadas e foi recuperada em 1994, em um antiquário de São Paulo. O acervo do museu está dividido em seis salas temáticas. Sala imaginária - Contém cerca de 40 imagens sacras. A classificação e a ordenação dessas imagens obedecem ao estilo a que pertencem, à data em que foram feitas e à técnica usada pelo artista. Sala da Sacristia - Espaço sagrado com mobiliário original do século 18 e pintura com temas marianos, relativos à iconografia de Nossa Senhora. Sala da prataria - Esta sala contém oito vitrines temáticas: Iconografia da simbologia religiosaObjetos litúrgicosObras de AleijadinhoCulto a Nossa Senhora do PilarIrmandades religiosas (objetos do início da colonização)Quaresma e Semana SantaTriunfo Eucarístico (roupas usadas pelos padres na inauguração da paróquia)A prata em Minas Gerais (objetos do ciclo do ouro) Sala da cripta - Expõe exéquias (honras fúnebres) de dom João 5º em Ouro Preto. Sala de pintura - Quadros sobre a evolução religiosa, com obras de Manuel da Costa Athaíde e de outros artistas dos séculos 17, 18 e 19. Sala do altar - Uma montagem de um altar exatamente do jeito como é usado na liturgia católica. Fontes: Museu de Arte Sacra de Ouro Preto; Plano de Conservação, Valorização e Desenvolvimento de Ouro Preto e Mariana - Dossier de Restauração OP/113 (Fundação João Pinheiro, Iepha-MG, Iphan, PMOP e PMM, 1973-1975) e Glossário de Arquitetura e Ornamentação (Coleção Mineiriana, 1996, Fundação João Pinheiro)

Procissão de Corpus Christi em Ouro Preto-Mg

"Corpus Christi", em latim, significa "corpo de Cristo". Trata-se de uma festa católica que celebra o milagre da transubstanciação. Para o catolicismo, Cristo se transforma no pão (a hóstia), que se torna seu corpo, assim como o vinho se converte em seu sangue. A festa era uma das mais pomposas procissões católicas em Portugal e foi trazida para o Brasil pelos colonizadores, no século 16. Uma das festas mais tradicionais do país é a festa de Corpus Christi. Esse é o único dia do ano em que a hóstia é reverenciada fora da igreja. Por todo o Brasil, fiéis e religiosos enfeitam as cidades com tapetes coloridos e fazem procissões. Serragem colorida, café e sal grosso dão contorno aos símbolos da fé cristã, como o cálice e a eucaristia.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

COMPLEXO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO- EMBÚ DAS ARTES-SP

Complexo Nossa Senhora do Rosário – Tombada pelo patrimônio histórico, a igreja Nossa Senhora do Rosário foi construída em taipa de pilão por volta de 1700 pelo padre Belchior de Pontes. É uma das mais importantes e preservadas construções jesuítas em São Paulo. O complexo é formado também pelo Museu de Arte Sacra. O acervo reúne imagens de anjos, santos e personagens bíblicos, produzidas entre os séculos XVII e XIX. O principal destaque é a obra “Senhor Morto”, esculpida em tamanho real em um única tora de madeira. EM eMBÚ DAS aRTES-sp Fotos: Miguel Schincarol/Agência Perspectiva