LOGOMARCA DO ATELIER DE ARTE E RESTAURAÇÃO

LOGOMARCA DO ATELIER DE ARTE E RESTAURAÇÃO

domingo, 7 de junho de 2009

http://www.ouropreto.com.br/pgnormal/pgs_normais.php?idcateg=2
Igreja de São Francisco de Assis no concurso Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo [voltar]
Dois dos maiores símbolos da riqueza cultural e histórica do barrroco em Minas Gerais, a Igreja de São Francisco de Assis da Penitência, em Ouro Preto, e o Santuário do Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas, estão participando de um concurso bem original, que vai escolher as Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo. A eleição é feita pela internet, aberta a quem quiser votar, e vai até 7 de junho. Ao todo, os organizadores do concurso, os mesmos que escolheram, no ano passado, as Novas Sete Maravilhas do Mundo, selecionaram 27 bens culturais em 16 países para concorrer. Do Brasil, integram a lista, além dos dois monumentos mineiros, o Mosteiro de São Bento de Olinda e o Convento de Santo Antônio e Ordem Terceira de Recife, ambos em Pernambuco; o Convento e a Igreja de São Francisco e Ordem Terceira, no Pelourinho, em Salvador, na Bahia; e o Forte do Príncipe da Beira, em Rondônia. Para votar, é preciso acessar o site www.7maravilhas.pt e fazer um pequeno cadastro, com e-mail e senha. Depois, o internauta receberá, no endereço eletrônico cadastrado, um link de acesso ao voto. Cada um pode escolher sete monumentos entre os 27 listados. O resultado será divulgado em 10 de junho, em Portugal. A lista feita pelos organizadores do concurso levou em consideração o valor histórico e patrimonial dos concorrentes, sua origem portuguesa e a influência no mundo. Vários, como o santuário de Bom Jesus de Matozinhos, são considerados patrimônio da humanidade. A Igreja de São Francisco de Assis da Penitência, de acordo com seus dados históricos, foi construída em estilo rococó. Começou a ser erguida em 1766, com projeto arquitetônico de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, responsável também pelo risco da portada, púlpitos, retábulo-mor, lavabo e teto da capela-mor. Para completar a suntuosidade e a riqueza do conjunto arquitetônico, as pinturas são de Manuel da Costa Ataíde, considerado, ao lado do próprio Aleijadinho, expoente da arte colonial brasileira. A presença artística de Aleijadinho e de Ataíde também é o marco do Santuário do Bom Jesus de Matozinhos, um dos mais destacados monumentos do barroco brasileiro. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi declarado patrimônio histórico e cultural da humanidade em 1985. No adro do santuário, estão expostos o que alguns consideram o trabalho mais brilhante de Aleijadinho: as imagens dos 12 profetas, em tamanho natural.
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Fonte: Estado de Minas

terça-feira, 21 de abril de 2009

ALMEIDA JUNIOR

HOMENAGEM: ALMEIDA JÚNIOR(1850-1899... (39 fotos)
Comentário crítico : Almeida Júnior revela desde cedo inclinação para o desenho e pintura e aos 19 anos (1869) parte de Itu, sua cidade natal, para o Rio de Janeiro, com a ajuda financeira de parentes e amigos, a fim de ingressar na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba. Durante a permanência nessa instituição, segue o caminho tradicional de formação de todo pintor acadêmico: freqüenta os dois anos de aulas obrigatórias da disciplina desenho, considerada preliminar para o aprendizado da pintura. Posteriormente, cursa matérias específicas como desenho geométrico e figurado, modelo vivo, pintura histórica, anatomia e fisiologia das paixões, estética e matemática aplicada. (...) 'DIA NACIONAL DO ARTISTA PLÁSTICO' em 08 de maio, cuja data foi escolhida em louvor à Almeida Júnior, dia do aniversário do Artista. *Ameida Junior nasceu em 08 de maio de 1850 e faleceu em 13 de novembro em 1899. > Comunidade do Artista: *http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=22341793 >
data de criação: 08/04/09 última atualização: 19/04/09
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sábado, 28 de março de 2009

Sala São Paulo
Angelo PerosaSala São Paulo
Em 1990, surgiu a proposta de se recuperar a Estação Júlio Prestes e transformar parte de seu belo edifício na sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Sala São Paulo, hoje considerada a melhor sala de concertos da América Latina.
Informações:
Praça Júlio Prestes, s/nº, Luz, tel. (11) 3351-8200Próximo ao Metrô Luz

sábado, 9 de agosto de 2008

Exposições

Abril 2007

Almeida Junior

ANTERIOR

Almeida Junior

O ambiente interiorano de Itu, onde nasceu, determinaria o gênero de pintura de raízes brasileiras que José Ferraz de Almeida Júnior adotou e o tornou um dos maiores representantes da arte acadêmica do século XIX. Na seleção de 100 pinturas, cenas caipiras, retratos e paisagens rurais contrastam com a morte trágica do artista, esfaqueado pelo marido de sua amante, em 1899, aos 49 anos.

SERVIÇO

Pinacoteca do Estado.

Praça da Luz, 2, 3229-9844, Metrô Luz.

Terça a domingo, 10h às 18h. A bilheteria fecha meia hora antes. R$ 4,00. Grátis aos sábados. Até domingo (15).

sábado, 19 de julho de 2008


19 de Julho de 2008 - 14h11 - Última modificação em 19 de Julho de 2008 - 15h22


Polícia confirma prisão de suspeito e recupera obra roubada de Pinacoteca

Danielle Almeida
Repórter da Agência Brasil

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Divulgação
São Paulo - Imagens divulgadas pela Pinacoteca mostram as obras roubadas da instituição: no alto, Mulheres na Janela (1926), de Di Cavalcanti, e Casal (1919), de Lasar Segall; abaixo, duas telas de Picasso: Minotauro, Bebedor e Mulheres (1933) e O pintor e seu Modelo (1963) São Paulo - Imagens divulgadas pela Pinacoteca mostram as obras roubadas da instituição: no alto, Mulheres na Janela (1926), de Di Cavalcanti, e Casal (1919), de Lasar Segall; abaixo, duas telas de Picasso: Minotauro, Bebedor e Mulheres (1933) e O pintor e seu Modelo (1963)
Brasília - A Polícia Civil de São Paulo confirmou a prisão de um dos envolvidos no roubo dos quadros da Estação Pinacoteca, ocorrido no mês passado na capital paulista. Wesley Teobaldo Barros foi preso ontem (18), por volta das 21h.

Junto com ele, mais duas pessoas foram presas em flagrante por formação de quadrilha. No entanto, somente Barros participou efetivamente do roubo à Pinacoteca.

A polícia confirma também que recuperou uma das obras furtadas, O pintor e seu modelo, de Pablo Picasso. As informações são do investigador César, do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) de Guarulhos. Segundo ele, “as investigações continuam”.

De acordo com a assessoria da Pinacoteca, o diretor Marcelo Araújo foi chamado para reconhecer a tela recuperada. Ele tem a expectativa de trazer a obra de volta ao museu ainda hoje.

Colaborou Elaine Patrícia Cruz

100 anos de GUIMARAES ROSA

27.06.08


Link permanente Guimarães Rosa 100 anos

por Daniel Piza, Seção: livros s 09:20:49.

Hoje é aniversário de 100 anos de João Guimarães Rosa (1908-1967), o maior escritor brasileiro do século 20. Ele é tema da minha coluna do próximo domingo, então apenas remeto o leitor a um longo ensaio sobre sua vida e obra, "Esse mundo chamado João", à viagem que fiz pelos sertões mineiros, "O grande sertão de Rosa está desaparecendo", e a uma análise de Grande Sertão no cinquentenário, "Rosa dos tempos", além de considerações sobre seu uso do idioma, "A língua do Rosa".
O único livro realmente importante sobre ele lançado nesta efémeride é Mínima Mímica, de Walnice Nogueira Galvão, uma das maiores especialistas em Rosa. Ela estuda em Rosa principalmente as experimentações de linguagem - como em Meu Tio o Iauaretê - e seu pensamento algo místico. Mas Rosa era também, e acima de tudo, um contador de histórias. Sagarana (que tem A Hora e Vez de Augusto Matraga), Corpo de Baile (que tem Miguilim e Recado do Morro), Primeiras Estórias (que tem A Terceira Margem do Rio, O Espelho, Seqüência e Famigerado) e, claro, a obra-prima Grande Sertão: Veredas são seus melhores livros. Dê um presente a si mesmo e leia Rosa.

terça-feira, 24 de junho de 2008

PATRIMONIO

PATRIMÔNIO
Imagens da fé renascem na mão de restauradores
Paulo Filgueiras/EM/D.A Press
Josiane Figueiredo, coordenadora da recuperação, destaca que meta é renovar as relíquias sem alterar nenhuma característica: respeito aos devotos
Itabirito – A expectativa pelo retorno é grande, mas vale a pena esperar. Com paciência e uma dose de ansiedade, os moradores dos distritos de Acuruí, São Gonçalo do Bação e Bonsucesso, em Itabirito, a 55 quilômetros de Belo Horizonte, aguardam o término da restauração de 23 imagens barrocas de suas igrejas e capelas. As peças, que incluem um raro São José de Botas, apresentavam uma série de problemas, como ataque de cupins, perda de madeira, trincas e rachaduras, sendo conduzidas a um ateliê, na capital, para imunização e outros serviços de conservação. No próximo mês, duas delas devem voltar aos seus altares de origem, ficando o restante para ser entregue em dezembro.

Enquanto os objetos de devoção não voltam aos distritos, os moradores não perdem tempo e visitam o ateliê da empresa Acervo para ver o andamento dos trabalhos e matar a saudade. “A nossa fé é muito grande e quero ver as imagens bem bonitas”, diz Oliveira Maria dos Santos, de 57 anos, moradora de São Gonçalo do Bação, a 14 quilômetros da sede do município. Ela gostou do que viu e garante que o importante é a preservação do patrimônio por meio de cuidados permanentes. Da Igreja do padroeiro, foram enviadas para BH as imagens de Nossa Senhora das Dores, Senhor dos Passos, Cristo Morto, São Gonçalo do Amarante (duas imagens), Nossa Senhora do Rosário e São José de Botas. Já da paróquia de São Sebastião, seguiu uma escultura de Santo Antônio.

A restauração está sendo feita, desde fevereiro, graças a um projeto da Divisão de Memória e Patrimônio da Prefeitura de Itabirito, que obteve recursos de R$ 53 mil do Fundo Estadual de Cultura/Secretaria de Estado da Cultura, R$ 44 mil do Ministério da Justiça, e R$ 8 mil da prefeitura. O secretário municipal de Patrimônio Cultural e Turismo, Ubiraney de Figueiredo Silva, diz que, além da preservação dos bens, o trabalho representa uma ação de educação patrimonial e fortalece os laços da comunidade com a sua história.

No distrito de Acuruí, a 24 quilômetros da sede do município, todos comungam da idéia de que a restauração é fundamental. “É preferível esperar o tempo que for preciso do que ver o nosso tesouro se deteriorando”, afirma a secretária da associação comunitária local, Sirvani Pena, de 40. Das igrejas de Nossa Senhora do Rosário e de Nossa Senhora da Conceição, estão sendo restauradas as imagens de Santa Efigênia, São José de Botas, Cristo Crucificado (duas), Jesus Menino, Cristo Morto (articulado), São Vicente Ferrer, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Rosário, uma peanha (base de imagem) e uma cartela (peça de madeira entalhada). Na igreja de Nossa Senhora do Rosário foi feita a recuperação do telhado.

PRESERVAÇÃO No ateliê, estão também as imagens da capela de Nossa Senhora de Bonsucesso, do distrito de Bonsucesso: a padroeira, Nossa Senhora da Conceição, e São Sebastião. A coordenadora da restauração, Josiane Figueiredo, diz que o objetivo é restaurar as peças sem retirar as características originais. “Vamos atender um pedido dos moradores dos distritos. Mesmo que repinturas escondam douramentos, vamos manter as peças do jeito que a comunidade as conhece. A devoção é muito grande, tanto que os fiéis vêm a Belo Horizonte para ver o restauro. Dessa forma, não queremos que uma intervenção cause estranhamento ou falsifique o objeto sacro. Isso é um desejo da comunidade”, afirma Josiane, que tem na equipe a restauradora Moema Nascimento e as assistentes de restauro Marcília Gomes Tavares e Angelita Angélica Matos Teixeira. (GW)

IEPHA

Ao saber do resultado da pesquisa do restaurador José Efigênio Pinto Coelho, de Ouro Preto, a diretora de Proteção e Memória do Iepha/MG, Maria Marta Martins de Araújo, diz que são necessárias mais informações para ter uma posição sobre o assunto. Mesmo assim, afirmou, a equipe do Iepha vai tomar conhecimento dos fundamentos e analisar os critérios usados pelo restaurador para chegar a essa conclusão

PASSOS DE ALEIJADINHO EM BH

PATRIMÔNIO
Passos de Aleijadinho em BH
Especialista identifica em entalhes do chafariz da Catedral de N. S. da Boa Viagem, em BH, traços característicos do mestre do barroco e atribui peça ao artista mais famoso do período
Gustavo Werneck
Fotos: Paulo Filgueiras/EM/D.A Press
Descoberta polêmica e surpreendente pode incluir Belo Horizonte na lista das cidades mineiras com a marca de Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814). Depois de anos de pesquisa, o restaurador José Efigênio Pinto Coelho, de Ouro Preto, concluiu que o chafariz de pedra-sabão existente no interior da Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, no Centro da capital, é atribuído ao mestre do barroco. A peça datada de 1793, com 2,64 metros de altura e 1,11m de largura, teria pertencido à primitiva matriz em louvor à santa construída nos tempos do Curral del-Rei e demolida no início do século 20 para dar lugar à catedral. “BH, uma cidade republicana por excelência, mostra agora um traço colonial”, diz o restaurador.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1960, e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), em 1977, o chafariz, de autor desconhecido, fica no corredor da igreja, do lado direito. No seu lugar original, na parte externa, pode ser vista uma cópia de cimento. Antes de retornar definitivamente ao interior da catedral, na década de 1990, a peça esteve no Museu Histórico Abílio Barreto, ao qual foi doada, pela Cúria, em 1942, embora só tenha seguido para o prédio da Cidade Jardim quatro décadas depois. Restaurado, ele recebe atenção permanente da equipe do museu.

Há duas hipóteses, segundo José Efigênio, para o chafariz, inicialmente usado como lavabo na antiga Igreja da Boa Viagem, ter chegado a BH: pode ter sido encomendado a Aleijadinho, em uma época em que ele estava em grande atividade e o arraial, em crescimento econômico, ou ter sido trazido de Ouro Preto durante a mudança da capital, em 1897. O que importa, para o restaurador, são as evidências: “A data (1793) existente no alto do chafariz da Catedral da Boa Viagem tem semelhança com os recibos escritos por Aleijadinho em Congonhas, onde fez os 12 profetas, entre 1795 a 1805. Os números trazem, entre eles, três pontos bem marcados, um símbolo da maçonaria presente em sua obra”.

Detalhes como a data esculpida na peça fundamentam conclusão do restaurador. Ele relaciona outros elementos que, diz, não deixam dúvida quanto à autoria da obra
SEMELHANÇAS
Nas suas análises, José Efigênio, que atua como expertise – especialista com autoridade para atestar a veracidade e periciar obras de arte –, descobriu que a matéria-prima do chafariz, a pedra-sabão, é proveniente do distrito de Santa Rita, em Ouro Preto, onde Aleijadinho se abastecia regularmente para dar forma ao seu trabalho. O material – esteatito com carbonatos disseminados e alterados, o que dá a cor amarelada – está presente também nas ornamentações da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, de Ouro Preto, e de São Francisco de Assis, em São João del-Rei, no Campo das Vertentes.

Segundo o restaurador, que diz conhecer a peça da Boa Viagem há mais de 30 anos e estudar a pedra-sabão há 20, Aleijadinho esculpiu três chafarizes já reconhecidos como de sua autoria: os das igrejas de São Francisco de Assis (1777) e de Nossa Senhora do Carmo (1776), em Ouro Preto, e a Fonte da Samaritana (1792), que ficava no pátio do Seminário da Boa Morte, em Mariana, e hoje está na entrada do Museu Arquidiocesano de Arte Sacra da cidade.

“Não acredito em uma ‘escola Aleijadinho’ ou em discípulos do mestre. Só mesmo o genial Antonio Francisco Lisboa poderia ter criado essa peça”, afirma. Para ele, o chafariz da catedral tem a leveza da fase plena do mestre e guarda muita semelhança com o chafariz da sacristia da Igreja de Nossa Senhora do Carmo.

“O desenho do coroamento é o mesmo. As cabeças das duas figuras, no chafariz de BH, são as mesmas encontradas no chafariz do Carmo. A boca de peixe que se parece com a de um pato, os círculos nos olhos e as orelhas da peça da Boa Viagem lembram também as dos leões do Museu do Aleijadinho, de Ouro Preto, colocadas de modo inusitado e criativo. O peixe ou cobra com orelhas saiu das mãos do mestre e de mais ninguém do Ciclo do Ouro, pois só ele criava”, afirma o restaurador, que já fez um laudo e o registrou em cartório de Ouro Preto, onde mora.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

ROUBO DE PEÇAS SACRAS!!!!

Bens Culturais - Recuperadas peças roubadas


21/08/03

Restaurador é preso com peças sacras roubadas de Minas

SÃO PAULO, São Paulo - Setenta e três peças sacras, incluindo imagens e peças de altares dos séculos XVII e XVIII, foram roubadas, há meses, no Estado de Minas Gerais, incluindo peças pertencentes aos acervos das igrejas de Matriz de São Caetano, em Mariana, e Matriz Santo Amaro de Brumal, em Brumal.

Ontem, agentes da Polícia Federal de São Paulo e Minas Gerais recuperaram 63 das peças roubadas e prenderam o restaurador Timóteo Rodrigues, de 73 anos, em sua casa, em Mirandópolis, Zona Sul de São Paulo. Os objetos se encontravam no ateliê do especialista e na casa de um colecionador que havia adquirido parte dos objetos.

Segundo a Polícia, uma quadrilha composta por 7 assaltantes furtava as obras de arte, distribuindo-as, posteriormente, para antiquários e colecionadores de São Paulo. Duas obras, após serem restauradas por Rodrigues, seriam vendidas na Europa. A imagem de Nossa Senhora da Matriz de São Caetano, por exemplo, seria vendida por US$70 mil.

Essa quadrilha já era investigada pela Polícia Federal de Minas Gerais desde 1998, sendo que, além de Rodrigues, já estava preso Marcos Machado. Os ladrões Valter Gomes e Rosa Maria Granchi ainda se encontram foragidos.

Fonte: Revista Museu

domingo, 13 de abril de 2008

UMA BRISA NO AR- EXPOSIÇÃO DE LEQUES


"Uma Brisa no Ar" reunirá leques no Anexo do Museu da Inconfidência


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A partir desta sexta-feira, 11 de abril, o Anexo I do Museu da Inconfidência recebe Uma Brisa no Ar, que expões leques e, com eles, conta um pouco sobre a história do Brasil. A abertura tem início às 20h30, na Sala Manoel da Costa Athaide.



Datados dos séculos XVIII, XIX e XX e produzidos no Oriente, na Europa e no Brasil, os leques, de diferentes materiais e técnicas, retratam, entre outros temas, cenas mitológicas, campestres e momentos históricos e sociais. Diversos deles pertenceram à nobreza brasileira.



Através dos leques, acompanha-se toda a história do Brasil, desde a chegada de D. João VI. Na exposição Uma Brisa no Ar o publico poderá apreciar belos exemplares comemorativos, como aquele em prata dourada, esmalte e papel que refere-se à Aclamação de D. João VI como Rei de Portugal, Brasil e Algarves, ocorrida em 1816 dois anos após a morte de sua mãe, D. Maria I. Outros dois leques comemoram a organização do Império do Brasil e da Independência do Brasil.



A exposição poderá ser visitada de terça a domingo, de 12h às 17h30.

sábado, 29 de março de 2008

Guidoval também recebe imagem restaurada

Guidoval também recebe imagem restaurada


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Recentemente, a FAOP concluiu os trabalhos de restauração e conservação de uma imagem de Nossa Senhora das Dores, pertencente à Paróquia de Guidoval, uma pequena cidade do Estado de Minas Gerais, localizada na Zona da Mata de Minas Gerais, a 304km de Belo Horizonte.



A imagem de madeira apresentava bastante sujidade, muitas trincas e furos, e seu suporte estava carbonizado. Dentre outros procedimentos, foi feita a refixação da policromia em desprendimento, aplicação de cola nos orifícios, limpeza superficial e remoção da parte carbonizada do suporte.



A entrega da imagem foi no dia 14 de fevereiro, e a cidade recebeu a Santa restaurada com uma grande festa.